“Sou todo ouvidos, mas não estou a ouvir!
Ontem, 13 de fevereiro, no Parlamento, a casa da Democracia, o debate sobre a promoção da inclusão dos jovens com necessidades educativas específicas no ensino superior foi marcado por uma situação lamentável envolvendo pessoas com deficiência.
Estranhar a intervenção de alguém com deficiência quando o assunto é a inclusão de estudantes com necessidades educativas específicas é querer que a expressão “nada sobre nós sem nós”, ao qual Portugal se vinculou, não merece ser ouvida.
Infelizmente, ainda são poucas as pessoas que trazem a temática da deficiência para o debate público. Talvez por isso pareça que são sempre as mesmas ou que só sabem “intervir em assuntos que, infelizmente, envolvem deficiência”.
Será errado repetir, quando não se é ouvido à primeira?!
Subscrevemos e partilhamos a nota de repúdio da ACAPO!
“Nada sobre nós” sem voz
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