Está a chegar o Dia dos Namorados, mas nem tudo são rosas e corações!
O Grupo de Autorrepresentantes da ARCIL (GARCIL) quer chamar a atenção para questões importantes que afetam as pessoas com deficiência no que diz respeito ao amor e às relações.
Há pessoas com deficiência que continuam a não poder namorar, desenvolver relações amorosas, constituir família. Há mulheres com deficiência que continuam a ser sujeitas a procedimentos de esterilização sem conhecimento prévio ou qualquer tipo de consentimento. Há pessoas sem deficiência a decidir o que será o amor para pessoas com deficiência.
Este é um tema de que “poucos sabem e de que ninguém fala”, como nos conta Andreia Friaças num artigo no Público de 2 de fevereiro:
“A nossa voz, o nosso corpo, a nossa vida continua esquecida. (…) Nós não precisamos de ajuda. Precisamos de direitos.”
— Sara Rocha, Autismo em Português, Presidente da Voz do Autista
Até quando terá o mundo a incapacidade de respeitar um amor com deficiência?
O GARCIL acredita que é essencial refletir sobre estas questões e lutar por um mundo mais justo e inclusivo, onde todas as pessoas, independentemente das suas capacidades, possam viver e amar livremente!
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